O cais ainda vazio, os estacionamentos alternativos ao valet oficial, que custa R$ 30, o credenciamento ainda meio capenga. Nada indicava uma adesão real do Prêmio Rio Moda Hype ao Fashion Rio. Ou vice-versa. Só que há sempre alguns fanáticos por desfiles e por moda, que fazem questão de ver TUDO, e quem foi conferir os 10 pocket shows não se arrependeu.
Se as minicoleções (cada uma levou menos de cinco minutos para passar) ainda estão distantes do varejo, pelo nível ainda alto de conceito no estilo, por outro lado, quem tem visão saca que há talentos fortes por ali. Dos 10, pelo menos três tinham pelo menos uma peça já pronta para o uso. A camiseta Get to work, do Velt, as calças do Akihito, os vestidos do Lucas Magalhães, por exemplo.
Outros, como Thaise Ferreira, da Janiero, são promessas de renovação na moda praia, ou de muito estilo, ainda incontrolável, da Dobra, do Antonio Guedes. Semana de lançamentos serve para lançar nomes também.
